quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Na medida do impossível, distraídos venceremos!

Será?
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Olhar para os lados e manter a lucidez das idéias também não faz mal.
Afinal, os nossos atos, por mais distraídos que sejam, possuem consequências complexas inimagináveis. Por isso é preciso ficar atento, porque é incrível. É incrível o movimento do mundo.

Imperdível!


A edição de novembro do Projeto #1MinutoParaDança trilha ruas de Teresina para reencontrar um teresinense perdido na memória da cidade: Torquato Neto. Cruzando histórias, refazendo percursos, demarcando trajetórias.
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A edição de novembro do Projeto #1MinutoParaDança trilha ruas de Teresina para reencontrar um teresinense perdido na memória da cidade: Torquato Neto. Cruzando histórias, refazendo percursos, demarcando trajetórias.
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A cidade reencontra a figura de Torquato Neto pelos movimentos da dança contemporânea produzida pela Cia. Luzia Amélia, que, reinventando artes e artimanhas, percorrerá as ruas, de mãos dadas com o mito.
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O imaginário simbólico-criativo e as principais referências identitárias de Torquato Neto estão e sempre estiveram aqui em Teresina.
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Suas lembranças passeiam, como ele mesmo adorava fazer, pelas calçadas, ruas, praças e coroas do rios. Torquato pertence à Teresina e esta, a ele pertence. Reforçar esses vínculos entre a cidade e seu irrequieto artista pode se tornar, para a dança contemporânea, uma proposta desafiadora. Como deslocar para o mundo da dança o universo de Torquato?
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O artista que sempre transitou por vertentes outras da arte é investigado agora pela Cia. Luzia Amélia.
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A IntervençãoA Cia. Luzia Amélia percorrerá as principais ruas do antigo bairro Barrocão, que compreende a Av. José dos Santos e Silva e adjacências, numa performance que demarcará o território de Torquato, cruzando ruas, histórias e pessoas que testemunharam a militância cultural do artista. Buscando na vizinhança, onde viveu boa parte de sua infância e adolescência, referências, símbolos e imagens que povoam a obra do poeta.
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Dia 25 (quarta) – 9 horasPonto de referência: Esquina das Ruas Sete de Setembro com Av. José dos Santos e SilvaInformações: 3221.1977
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A Mesa RedondaEstarão reunidos amigos teresinenses, companheiros e pesquisadores da obra do poeta, afim de que se desenhe um mosaico de memórias da vida do artista. Presenças confirmadas de:
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*Claudete Dias, historiadora fez com Torquato o filme Adão e Eva no Paraíso do Consumo;· *George Mendes, publicitário, reuniu em um site boa parte da vida/obra do poeta;
*Lena Rios, cantora e musa de Torquato;· Kenard Kruel, biógrafo de Torquato.
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Dia 27 (sexta) – 16 horasAuditório do SESC Centro, Av. Maranhão 101Informações: 3230.9910

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

A UFPI pede socorro! - Por Valéria Silva*

(VS, 03/11/2009, às 09:42:00)

Caro/a leitor/a, sem surpresa ou sobressalto tenho lido num jornal local os inflamados apelos públicos do vice-reitor da UFPI, sugerindo e nominando, por fim, quão golpista, autoritária, cega, surda, reacionária, agressora, desleal, teimosa, anti-democrata, anacrônica, caprichosa, ilegal ... ufa!... é a postura administrativa do reitor da UFPI. No colóquio de alta classe, o magnífico também não se apequena: contra-ataca, apontando, textual ou indiretamente, que o seu vice é interesseiro, contraditório, hostil, bélico, furioso, mesquinho, individualista, politiqueiro, contrário à UFPI e agressor da lei e da moral. Rememore comigo: trata-se de um diálogo público entre dois doutores da academia, ocupantes dos cargos administrativos máximos da UFPI. Convenhamos: como pessoas públicas, protagonizam um vexame; como administradores, se descredenciam aos olhos de todo/as; como educadores, oferecem um péssimo exemplo.
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Desse espetáculo deprimente, incrédulo/a leitor/a, creio só podermos chegar a duas óbvias conclusões: a primeira, os contendedores devem estar corretos na avaliação que fazem um sobre o outro. Tiveram tempo e oportunidade ideais para se conhecerem, pois nada mais recomendável que a intimidade do poder para facultar a exata aferição sobre a índole de cada um/a, como ensinou Maquiavel, indispensável nesses tempos. Segunda conclusão, mais do que nunca, a UFPI corre perigo. A institucionalidade encontra-se em desmanche, sendo moldada aos interesses particulares, hoje reinantes. Na UFPI vige a anomia, também visível no fato de suas lideranças acadêmicas máximas digladiarem-se com tamanho despudor, vituperando o impensável, apelando ao flagrante desrespeito a todo/as e a cada um/a, à sociedade piauiense. Projetemos - eu e você -: se se portam assim publicamente, como se conduzirão esses senhores no recôndito dos gabinetes, dos conselhos deliberativos e comissões diversas, as quais controlam com mão de ferro? Reflitamos: é possível confiar na sensata ação de líderes desse quilate? Certamente, não.
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Dileto/a leitor/a, é de domínio público que, além da guerrinha desmoralizante dos seus gestores, a UFPI enfrenta atualmente um sem-número de graves problemas: processos judiciais-administrativos contra a reitoria e seus assessores, turbulências na Copese, dificuldades com a agenda do REUNI, inoperância na EAD, quebra de regimentos internos, exorbitância no desempenho de cargos e funções etc. e isso que assistimos é a ‘arrojada’ iniciativa tomada pelos atuais gestores. É inacreditável. É lamentável. É inaceitável.
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Não obstante a gravidade dos fatos, sem perder a indignação, conservo-me serena. Apresso-me, entretanto, em dizer que a minha fleuma decorre da constatação de que nenhuma das ‘revelações’ do vice-reitor desnuda qualquer novidade. Eu e muitos outros desta comunidade universitária experimentamos na pele e cotidianamente os efeitos deletérios de uma gestão soberbamente qualificada pelos adjetivos apontados. Diria mais: profundamente movida por interesses particularistas e marcada pela perseguição sem trégua àqueles que dela discordam. O exemplo mais recente de tal proceder foi a concessão do título de Doutor Honoris Causa ao Sr. Hugo Napoleão e o conseqüente tratamento dispensado aos estudantes que denunciaram o nonsense. Não me sobressalto também porque, por outro lado, identifico, de longe, táticas e estratégias plenas de pragmatismo adotadas pelo vice quando objetiva encurtar o caminho que o separa de seus interesses de poder e vaidade. Portanto, leitor/a, egos e interesses em rota de colisão não levariam a nenhum outro lugar senão ao desfecho ocorrido, típico das venenosas intrigas palacianas na disputa por nacos do império. Era o plenamente esperado.
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De todo modo, os textos das autoridades acadêmicas serviram para algo: as práticas aludidas deixam ver traição e desmoralização de parte a parte. Decerto, permanece na sua memória que esse vice não é o primeiro abatido em plena decolagem. A pequena biografia política do reitor está prenhe de oportunidades em que humilhou aliados de sangue, que a ele renderam o seu apoio, seus votos – em alguns casos, suas dignidades - e, depois, foram esmagados. Quanto ao atual vice, na última eleição para reitor - perseguindo aquilo que intentava consubstanciar como carreira de líder na UFPI – tramou contra a resistência política, da qual alardeava fazer parte, historicamente comprometida com as lutas por uma universidade pública, democrática, transparente, ética e de qualidade. Durante a campanha deixou que os princípios da boa política descessem ao chão e fossem suplantados pelo desespero ímpar de servir a qualquer custo, para merecer um lugar no seleto clube do mandonismo, bem ao estilo apontado por Etienne de La Boétie. Distinguindo no horizonte apenas o lampejo do seu desejo mais particular, espantado/a leitor/a, o vice juntou-se ao que de pior existia em termos de política universitária, ensejando, inclusive, o revigorar, pelo efeito Fênix, de forças políticas atrasadas, então já descartadas do nosso convívio. Obediente aos seus senhores de então, rapidamente aprendeu a dizer inverdades sobre seus ex-companheiros e a sustentá-las em discursos públicos olhando firmemente nos olhos de seus pares. Detratou pessoas e coletivos que lhe haviam providenciado abrigo por décadas no contexto da luta por uma UFPI renovada. Mas, assentado em pés de barro, pouco andou e agora, defenestrado do bloco do mando, ridicularizado nos círculos do poder, foi rejeitado também por seus amigos-aliados de Centro (CCHL) da última campanha, ora fidelizados ao reitor e às regalias da situação. Hoje o vice lidera o séquito de um homem só.
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Já abusando da sua paciência, tolerante leitor/a, digo-lhe, finalmente, que o quadro geral nos impõe uma contingência inarredável: a UFPI pede socorro e a nós todo/as cabe responder a esse chamado urgente e dramático. A comunidade universitária, os vestibulandos, os estudantes secundaristas, as entidades de classe, o movimento social, a mídia, os governantes e a sociedade piauiense estão, mais do que nunca, instados a se preocupar seriamente com os destinos da UFPI, se não quisermos perdê-la irremediavelmente para os propósitos mesquinhos dos oportunistas de plantão, do passado e do presente, de todos os matizes e discursos. Afinal, nas razões pelas quais se movem e nas práticas que adotam, ameaçam igualmente a UFPI como patrimônio do povo brasileiro e piauiense. Do presente e do futuro.
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*Dra. em Sociologia Política. Professora da Graduação em Serviço Social; do Mestrado em Antropologia e do Mestrado em Políticas Públicas-UFPI.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

NOITES DE HISTÓRIA




quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Popsciência: John Lennon, o homem


Demorei um certo tempo para aceitar que os Beatles foram a maior força criadora da música pop. Não que eu não goste do quarteto de Liverpool - muito pelo contrário – mas muita gente boa não teve o devido reconhecimento, em particular os Kinks. Os singles lançados por estes últimos na década de 60 são pérolas do mesmo quilate de algumas canções da fábrica Lennon/McCartney. Em termos de álbuns, com certeza os Beatles são imbatíveis até hoje. E fariam, com certeza, durante todos esses anos, álbuns maravilhosos, se Mark Chapman não tivesse resolvido dar cabo da vida de Lennon. Talvez Chapman não tivesse gostado muito da idéia do fim dos Beatles, ou do discurso político de Lennon enquanto andava de Rolls-Royce, ou fosse mesmo só um louco. Mas tudo que disse foi para chegar ao ponto em que os Beatles terminaram.
Como todas as pessoas do planeta, sempre acreditei que John Lennon era a mente e a alma do grupo, ignorando por vezes as preciosas contribuições de Paul, George e Ringo. A mim bastava o mito que havia sido criado em torno do líder dos Beatles. Só que há uns dois meses atrás lia biografia definitiva de Lennon, escrita por Philip Norman. E aquela imagem intocável de deus que se criou de John começou a ser desfeita em mim após algumas reflexões sobre o livro. O valor da obra é inquestionável, mas Philip Norman me lembrou o Capachão da TV colosso, a cada capitulo puxando o saco do falecido beatle. Qualquer coisa que ele tenha feito, Norman tenta mostrar algum traço de genialidade. Não estou contestando a mente iluminada de Lennon, mas em alguns momentos rasgação de seda toma conta do livro. O autor parece achar normal a aversão que John tinha a aleijados, a arrogância com tratava os próximos, qualquer frase que ele dissesse. Na tentativa de traçar um retrato fiel do beatle, Norman conseguiu- não sei se era essa a intenção- desconstruir o mito e mostrar o homem, sendo este o grande mérito de seu trabalho.
A arrogância e a personalidade forte de John, pelo que se pode constatar se lido com critica, era na verdade só um disfarce para sua insegurança, assim como Nixon fez na sua entrevista com David Frost, retratada nas telas no filme Frost/Nixon. Uma pessoa cheia de traumas, que não teve convívio com seus genitores, criado por uma tia conservadora que o paparicava, que não tinha certeza se suas canções eram melhores que as de seu eterno parceiro, Paul, que se deixou dominar por uma mulher controladora, que não tinha pudores em humilhar publicamente pessoas que trabalhavam com ele. Mas que tinha realmente um enorme talento para lapidar pérolas pop. E com fama e fortuna. Certa vez, li numa revista bizz uma matéria sobre o los hermanos (de quem eu sou fã incondicional) que os “excêntricos é como chamamos os chatos bem sucedidos” e associei imediatamente esse raciocínio ao beatle. Fiquei um tanto decepcionado com o Lennon homem, por que quando ele precisou ser homem de verdade quem o fez por ele foi Yoko Ono. Essa baboseira de não usar palavras para se comunicar, de pedir palpites a uma artista que estava aquém da grandeza dos Beatles e a vontade de se deixar controlar e, principalmente, não reconhecer seus erros quando usar suas famosas frases de efeito culminou no fim da mais brilhante formação que o universo pó conheceu.
Observando com atenção, cheguei à conclusão de que John se reportava sempre á Yoko porque ela era sua esposa e, por mais que ela tentasse ser imparcial na critica da construção das canções do grupo, sua opinião sempre seria a favor do marido, e este por sua vez sempre acataria o que ela dissesse. Mesmo que isso resultasse numa das muitas brigas com os companheiros. Ringo e George se acostumaram a ficar a margem para evitar os conflitos, mas Paul, perfeccionista que é, não concordava, embora tenha algumas vezes aceito a situação para manter a unidade do grupo. Pelo menos isso Phillip Norman deixa claro: o baixista foi o pilar que sustentou a banda o máximo que pôde. Na minha modesta opinião, Paul sempre foi o líder, a força criadora que inspirava - e por vezes frustrava - seu parceiro John. Infelizmente a mídia encarregou-se de transformar Lennon no “líder”, justamente o mais fraco dos Beatles.
Pode ser que o fim não tenha sido o objetivo de Lennon, mas sua arrogância, insegurança e Yoko Ono tornaram insustentável para todos os outros. Os resultados de menosprezar seus companheiros e a própria obra da banda foram três: All the things must pass, de George; Sentimental Journey, de Ringo e, sobretudo, Band On the Run, de Paul. Se ao invés de pôr Yoko para berrar nas suas canções tivesse reconhecido valor de seus companheiros, aceitado as diferenças entre eles e juntado suas canções as deles, com certeza teríamos mais um disco não menos que genial. Infelizmente não foi assim. Eu não gostei de como as coisas acabaram. E parece que Mark Chapman também não.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Gênesis


O livro bíblico GÊNESIS explica o surgimento do Universo, da Humanidade, do Pecado, do Plano de Salvação Divino, e por ai vai. Mas isso concerteza, caro leitor, o Sr. já sabia. Pois bem venho aqui descrever, -ou pelo menos tentar, a minha experiência com o Gênesis de Bernard Beckett.
Para começar vou lhe dar um pouco do contexto da minha vida na época da chegada do livro em minhas mãos. Semana passada foi mais difícil do que as outras deste ano. Acontecimentos recentes tem me colocado um ou talvez milhares de questionamento sobre a minha vida, meu trabalho e principalmente a minha relação com as pessoas. Na quinta passada, um novo amigo me presenteou com o livro em questão. segundo ele em agradecimento pela atenção que demostrava sobre ele e seu trabalho, por ser da área de Teatro presumi que o livro tratasse desse assunto por alguns encanos de minha parte:
1º Numa primeira olhada superficial confundi (em minha cabeça confusa) Berthold Brecht com Bernard Beckett;
2º A estrutura da escrita lembra e muito um texto teatral, pois ao folhear lo descobri a presença de rubricas para indicar a qual personagem pertence a fala.
Descobri rapidamente que minha suposições encontravam-se erradas.
Logo na capa nos deparamos com o questinamento: "O que REALMENTE SIGNIFICA SER HUMANO?" Isso de cara mexeu com minha cabeça que já se encontrava mexida por demais. Na página de rosto o autor cita Douglas Hofstadter, the Mind's I; " Será a alma mais que a soma de suas partes?".
No livro conhecemos uma jovem de 14 anos, Anaximandra no que pra ela é o dia mais importante de sua vida. Ela se encontra em uma sala de pouca luminosidade sentada na frente de uma banca composta por três Examinadores que decidirão se Anax está hapta a ingressar na Acadêmia, a Elite inteçlectual de sua sociedada. Sociedade esta, fundada logo após o mundo que conhecemos ser devastado pelo poder da Ùtima Guerra.
Através do exame de admição de Anax descobrimos a história de Adam Ford,seu grande Héroi e responsável pela primeira grande mudança de sua sociedade utópica.
Beckett usa no seu livro várias sitações de fácil compreensão, como: Platão, Aristoteles, Adam, Eve entre outras; Que nos ajudam a fazer um pararelo com a história da humanidade e a responder o questionamento que nos é proposto na capa.
Gênesis é um livro bom, de leitura fluida e rápida mas que nos proporciona o pensar sobre a nossa natureza humana. Não tenho palavra para agradecer o presente e tenho certeza que o mesmo não poderia chegar em hora mais propícia. Muito obrigado mesmo Montoril. Vou indicar para o Clube do Livro.
Gênesis
Bernard Beckett
Trad. Braulio Tavares
Ed. Intrinseca
Rio de Janeiro,2009